Seis dias das vidas de Eyal, um israelense que vive num kibutz, e de Rana, uma palestina que vive em Paris. Eles se conhecem casualmente no metrô de Berlim, durante as finais da Copa do Mundo. A vida dos dois vai mudar completamente. Eyal, que está lá para encontrar uma namorada e Rana, que está lá para torcer pelo time francês, são forçados a dividir um apartamento e passam três intensos dias juntos. No auge dessa convivência, estreita-se a relação e eles se apaixonam. No final do jogo, Rana é obrigada a deixar Eyal, que retorna a Berlim sozinho. As coisas ficam complicadas quando rompe a guerra Israel-Líbano e Eyal, cheio de esperanças, resolve procurar por Rana, a despeito de tudo. Um encontro íntimo de dois estrangeiros numa estranha cidade durante a Copa do Mundo e a segunda guerra Israel-Líbano. Uma história que toca em profundas feridas, criadas por anos de conflito entre israelenses e palestinos, que a nova geração pede que se reconciliem.
Israel, 2008
Direção:Erez Tadmor, Guy Nattiv
Incompreensivelmente o cinema israelense não possue o destaque merecido. Raramente você encontra um filme deste país que não seja bom ou ótimo. Eu particularmente não me recordo de nenhum filme deste país que tenha me decepcionado."Estranhos" é mais um grande filme deste país que sofre por gerações com a eterna guerra santa.Com certeza o 1° grande filme que conferi nesta Mostra. Roteiro ótimo, atores idem e uma bela direção.Creio que o fator Guerra, que está presente na maioria dos filmes israelenses seja uma grande fonte de inspiração. Concordo que não seja a ideal, mas o sofrimento proporcionado por esta Guerra estúpida sempre nos proporciona manifestações artísticas de peso, principalemente no quesito Cinema.Costuma-se dizer que o sofrimento é um grande impulsionador da arte. Podemos citar isso na poesia, na música e claro, também no cinema. A dor, proporciona seus frutos."Estranhos" é apenas mais um exemplo da bela cinematografia pouco conhecida de Israel. Para citar apenas alguns exemplos recentes temos: "Lemon Tree", "Beaufort" e "As Coisas que o Sol Esconde", todos maravilhosos. Pode colocar no seu programa sem medo de ser feliz.
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23/10 - quinta-feira19:50
Cine Bombril Sala 2
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26/10 - domingo21:00
Cine TAM

Dennis Lambert foi um dos produtores e compositores mais ecléticos e bem sucedidos dos anos 70 e 80, com hits como Ain’t No Woman Like The One I’ve Got, Rhinestone Cowboy, Don`t Pull Your Love, Baby Come Back, One Tin Soldier e Nightshift. Ele encabeçou listas em quase todos os gêneros de música – num dado momento, quatro de suas músicas estiveram ao mesmo tempo na lista das 100 mais da Billboard, um feito só alcançado pelos Beatles. Isso foi naquela época. Hoje, ele é um homem de família de 60 anos que trabalha como corretor de imóveis na Flórida. Mas acontece que seu álbum solo de 1972 é um grande sucesso... nas Filipinas. Há anos, um produtor de shows filipino implorava a Dennis que fizesse uma turnê por lá, e em 2007 (35 anos depois do lançamento daquele disco) ele finalmente concordou. Of All The Things é um documentário pop/rock/country/R&B hilariante e comovente que segue Dennis em sua turbulenta turnê onde ele redescobre sua paixão pela música ̶ uma aventura de duas semanas que o transporta do conforto de Boca Raton, passando pelas mais remotas ilhas das Filipinas, até um show lotado no famoso Coliseu Araneta em Manila para centenas de fãs que ele não sabia que tinha. Algumas vidas merecem bis.

























